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segunda-feira, 25 de julho de 2016

Umbanda Verde: Julho, mês seco



            O mês de julho é chamado de mês seco devido à baixa umidade do ar e à escassez de chuvas. È um período em que ocorrem muitas queimadas que prejudicam pessoas, animais e o ar. Por isso é tão importante estarmos atentos às entregas e trabalhos feitos em matas ou campos usando velas. Lembre-se que a primeira regra da Umbanda Verde é recolher as sobras das oferendas, não podemos poluir a terra sagrada dos Orixás e o mesmo vale para as velas. O ideal é esperar a queima e recolher os restos, já que a parafina também é poluente e deixar queimando e sair de perto pode ocasionar um incêndio. Não se esqueça que a Umbanda é a natureza sagrada!
            Outro problema que acontece frequentemente no inverno são as queimadas intencionais de terrenos. Isso causa problemas não só para a qualidade do ar, mas também para animais e insetos que fazem parte do ecossistema, para a população do entorno e também para as linhas de energia que podem estar no caminho do fogo. Por isso, nunca comece um incêndio sem antes avaliar os danos para as pessoas, ar e animais que você causar. Tenha bom senso e se coloque no lugar dos outros, pense como você se sentiria se fosse um animal do local a ser queimado ou se fosse um vizinho. Só sabendo que não há riscos pode-se queimar um terreno e no caso de queimadas sempre há riscos, pois pode afetar a casa de pessoas, ruas ou rodovias causando acidentes por falta de visibilidade, baixa qualidade do ar e morte de animais. Nossa região é habitat de corujas buraqueiras, aves de rapina que fazem seus ninhos em buracos no chão e a maior causa de morte dessas aves são as queimadas nessa época de inverno.
            Um umbandista sabe da sua ligação com a natureza e de sua responsabilidade com a mesma, sabe da energia natural dos Orixás e por isso jamais incendeia locais sagrados. Um umbandista conhece Oxóssi e Ossain, Oxum e Xangô, Oxalá e Omolu e por respeito aos mesmos não causa danos ao meio ambiente natural.
            Lembre-se da sua responsabilidade como umbandista!

Saravá


Kelly Cristina da Silva de Oliveira

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Umbanda Verde: Comunhão com o Planeta


            A Umbanda é uma religião que estabelece muitas ligações com o planeta e o cosmo através dos Orixás, sendo assim, é correto afirmar que a Umbanda comunga o sagrado com o natural. Porém, no dia a dia de umbandistas e também de outros religiosos que comungam com a natureza como o Candomblé, Wicca, Daime e outras, acabam esbarrando em inversões comerciais que, sem notar, degradam a natureza.
            Trata-se do uso de cristais, pedras, metais que são abundantemente retirados da terra e que não vão se regenerar. Precisamos nos atentar para o uso consciente destes produtos para que nossa religião não estimule este comércio. Tais produtos foram formados durante milhares de anos na formação do nosso planeta e não há como criar cristais, por exemplo, seria necessário um processo lento e longo, em baixa pressão e altas temperaturas. Hoje, isso não acontece mais. Assim como também é impossível produzir alumínio, cobre ou mesmo petróleo. Quando acabar, acabou!
            A terra, a árvore tem a mesma energia cósmica de um cristal. Você pode sentar-se sobre uma árvore ou pisar no chão de terra e comungar com seus Orixás do mesmo modo como carrega um cristal no pescoço, talvez comungue até de forma mais intensa pelos elementos ainda estarem ligados à terra.
            Precisamos ser menos consumistas, pensar mais no SER e menos no TER. Nossa religião é uma religião natural e devemos praticá-la causando o mínimo impacto possível em todos os sentidos, não somente quando fazemos uma oferenda e colocamos folhas naturais ao invés de tecidos, papéis e plásticos, mas também no nosso modo de vida, procurando produtos com menos agressão ambiental para consumir no dia-a-dia.
            Só temos um planeta Terra. Sagrado e cheio de energia. Basta saber aproveitar bem!

Saravá.

Kelly Cristina da Silva de Oliveira

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Comunhão com o Planeta


A Umbanda é uma religião que estabelece muitas ligações com o planeta e o cosmo através dos Orixás, sendo assim, é correto afirmar que a Umbanda comunga o sagrado com o natural. Porém, no dia a dia de umbandistas e também de outros religiosos que comungam com a natureza como o Candomblé, Wicca, Daime e outras, acabam esbarrando em inversões comerciais que, sem notar, degradam a natureza.
            Trata-se do uso de cristais, pedras, metais que são abundantemente retirados da terra e que não vão se regenerar. Precisamos nos atentar para o uso consciente destes produtos para que nossa religião não estimule este comércio. Tais produtos foram formados durante milhares de anos na formação do nosso planeta e não há como criar cristais, por exemplo, seria necessário um processo lento e longo, em baixa pressão e altas temperaturas. Hoje, isso não acontece mais. Assim como também é impossível produzir alumínio, cobre ou mesmo petróleo. Quando acabar, acabou!
            A terra, a árvore tem a mesma energia cósmica de um cristal. Você pode sentar-se sobre uma árvore ou pisar no chão de terra e comungar com seus Orixás do mesmo modo como carrega um cristal no pescoço, talvez comungue até de forma mais intensa pelos elementos ainda estarem ligados à terra.
            Precisamos ser menos consumistas, pensar mais no SER e menos no TER. Nossa religião é uma religião natural e devemos praticá-la causando o mínimo impacto possível em todos os sentidos, não somente quando fazemos uma oferenda e colocamos folhas naturais ao invés de tecidos, papéis e plásticos, mas também no nosso modo de vida, procurando produtos com menos agressão ambiental para consumir no dia-a-dia.
            Só temos um planeta Terra. Sagrado e cheio de energia. Basta saber aproveitar bem!


Saravá.

Kelly Cristina da Silva de Oliveira

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Umbanda Verde: Fim de Ano


            Dezembro chegou e muitos de nós ficamos nos perguntando o que fizemos do ano, ou como passou tão rápido ou até planejando o próximo ano. E eu venho com duas perguntas simples. Feitas para estimular seu senso crítico e autocrítica. Pergunto não só como umbandista, mas como professora, educadora ambiental, mulher e ser vivente nesta esfera: O que você fez esse ano pela sua vida neste planeta? Como você trata o seu ambiente?
            A umbanda verde vem sempre propiciar novas ideias para antigos rituais de modo que não agridam ao meio ambiente e nem atinjam a essência dos Orixás. “A associação dos Orixás a determinados campos vibratórios da natureza tem suas razões, porque são seus reinos naturais e é por meio dos elementos formadores destes reinos que devemos procurar compreender suas atuações em nossas vidas”. 1
            O final do ano é a época em que se fazem várias oferendas para Iemanjá, portanto a preocupação com o impacto que essas oferendas podem causar não é só justa, como necessária. Todos nós sabemos que a casa, o reino de Iemanjá é o mar. Um santuário sagrado que tem na faixa de areia o seu culto, faixa de areia essa, que é a fronteira entre o terrestre e o marinho, entre o humano e o divino. Ao preparar nossas oferendas é importante pensar que tudo será levado ao mar e que então, devemos oferecer somente o que foi biodegradável ou oxibiodegradável. Cestas de jornal reaproveitado, ou de palha fina são boas opções, também flores naturais. Devemos ter a preocupação de não lançar ao mar os vidros de perfume, espelhos, nem maquiagem pois além de poluentes podem causar acidentes a banhistas ou morte a animais marinhos que ingerem essas embalagens acidentalmente. Uma boa dica é “deitar” o perfume sobre as flores e colocar os pedidos em papel fino sem adição de plástico.
            Lembrem-se que o plástico é um dos piores inimigos da vida marinha.
            “O mar é casa das algas azuis, que geram oxigênio continuamente; também é um viveiro que dá sustentação a todas as formas de vida marinha, assemelhando-se a um útero que gera vidas incessantemente.” 1
            Iemanjá é a força geradora de Olorum.
            Lembrem-se também que ocorreu um crime ambiental em nosso país, em Mariana, MG e o resíduo tóxico já chegou ao mar no estado do espírito Santo. Talvez você possa fazer doações de água para as cidades afetadas em nome de Iemanjá. Tenho certeza que a caridade da umbanda será muito bem recebida como oferenda para essa Orixá do Mar.
            Pense e repense.
Feliz Natal, que Oxalá esteja te iluminando.



Fonte: 1. SARACENI, Rubens. Fundamentos Doutrinários de Umbanda. São Paulo: Madras, 2012

domingo, 27 de janeiro de 2013

A Educação Ambiental na Escola



            A realidade atual nos mostra uma escola pública que já se apropriou da Educação ambiental. Muitos governos estaduais e municipais já participam de políticas ambientais (como o selo do município verde) que tem como base a Educação Ambiental nas escolas, principalmente de ensino fundamental. Onde as crianças tem a mente mais capaz de aprender e apreender a EA, conseguem transferir esses conhecimentos para a prática diária e também tentam influenciar os pais a mudarem seus atos em relação ao meio ambiente. “Atualmente, a Educação Ambiental assume um caráter mais realista, abandonando o enfoque naturalista que trabalha somente com assuntos relacionados à natureza. Nesse sentido, a Educação Ambiental assume uma prática que visa à sustentabilidade e o desenvolvimento sustentável.”
Para que possamos promover uma EA transformadora e capaz de contribuir para um mundo mais ético e mais justo, precisamos refletir sobre as nossas concepções de EA, desenvolvimento, sustentabilidade, etc., aliadas as concepções que podemos construir ao longo do trabalho com os alunos. Ou seja, o lugar onde as transformações realmente começam a acontecer é a escola. Embora ainda haja dificuldade em inserir a EA no currículo escolar devido à compreensão das diferenças conceituais entre as abordagens interdisciplinar, multidisciplinar e transdisciplinar, cabe ao professor construir o seu caminho aderindo aos processos educativos abertos, que aceitem as diferenças de estilos e culturas na produção e compreensão de novos conhecimentos.
Para alcançar um bom ambiente para o desenvolvimento da EA podemos nos valer de diferentes métodos, porém cada professor, ao defini-los, “necessita ter clara a concepção de aluno que deseja formar, do valor dos conteúdos como meios para a formação do cidadão, da função social da escola.” Ao elaborar, executar e avaliar seu plano de ensino estará assumindo a responsabilidade de transformar a realidade. A EA deve ser vivenciada pelo coletivo sendo inseridas desde o início da elaboração do Projeto Político Pedagógico da escola, para se tornar parte do plano de ações. “A escola deverá oferecer meios efetivos para que o aluno compreenda os fenômenos naturais, as ações humanas e sua consequência para consigo, para sua própria espécie, para os outros seres vivos e o ambiente.” A metodologia da EA vem principalmente dos temas transversais dos PCNs,  os conteúdos de meio ambiente poderão ser trabalhados dentro de qualquer área do conhecimento de modo a permear toda a prática educativa e, ao mesmo tempo, criar uma visão global e abrangente da questão ambiental. Passeios, hortas, reaproveitamento, campanhas, atividades ao ar livre, etc. podem servir como início de um trabalho de EA, a seqüência e o desfecho dependerá do Projeto da escola. Assim a escola pode adequar as práticas de EA á sua realidade, transformando-a.


Ficha para citação:
OLIVEIRA, Kelly C. da Silva de. Educação ambiental na escola. São Paulo, 2012.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Dia do Basta em São José do Rio Preto




Os que tem vergonha da política de Rio Preto saíram na avenida para protestar!!! Devidamente inscritos no desfile de 7 de setembro fizeram o enterro do prefeito e vereadores da cidade!








Foi uma grande falta de respeito do senhor Roberto Toledo e da organização do desfile de 7 de setembro que ignorou a inscrição do grupo #vergonhariopreto. A SME deveria tomar uma atitude quanto a isso, Urgentemente!
Infelizmente, o cerimonialista do evento encerrou o mesmo antes do desfile do #vergonhariopreto!












Porém isso não tirou o brilho dos que protestavam e nem esvaziou a avenida! Ficou feio mesmo foi pra organização e para o prefeito que não "esperou" o final do desfile!












Fotos de Washington Carvalho

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Cobertinho em 13 de Agosto de 2012


















Hoje estive caminhando pelas margens do Cobertinho, conversei com alguns moradores e transeuntes. A situação está cada vez pior! Aumento da erosão, falta de mata ciliar, lixo, esgoto, mau cheiro...