Parte das apresentações em comemoração do aniversário de São José do Rio Preto, a dança apresentada na represa municipal na quinta - feira 09/ 03/2017 foi pura magia.
Meio ambiente, educação e Cultura! Olá, seja bem vindo ao meu espaço! Aqui você encontra minhas impressões sobre alguns aspectos do mundo!!! O que eu mais gosto! O que leio, ouço e assisto... Sobre educação e política!
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sábado, 18 de março de 2017
quinta-feira, 2 de junho de 2016
Umbanda Verde: Início de Ano (postagem atrasada)
Janeiro
de 2016, quem diria, chegou e nos pegamos fazendo planos pra coisas novas ou
pra resolver velhos problemas. Lembrando que este ano é regido por Oxalá e
Iemanjá e, portanto, ano de muitas mudanças, ano voltado para a fé e para a
ação desta fé. Para começar o ano eu volto a fazer as duas perguntas que fiz no
último mês de 2015: O que você fará esse ano pela sua vida neste planeta? Como
você trata o seu ambiente? São perguntas simples, mas que trazem grandes
reflexões e até grandes ações para aqueles que realmente praticam a umbanda em
seus corações e ações. Volto a repetir e farei isso quantas vezes for
necessário: a umbanda é religião de caridade extremamente ligada à natureza e
jamais deve ser praticada prejudicando o meio ambiente.
Janeiro é mês de Oxóssi, Orixá de
fator expansor que atua sobre o raciocínio dos seres, que trabalha na
irradiação do conhecimento junto com Obá. E os dois juntos são da onda geradora
vegetal. Neste mês costuma-se fazer trabalhos e oferendas nas matas para
Oxóssi, Obá e seus caboclos e venho contar uma história narrada por uma cambone
de um acontecido em trabalho numa mata. Ela relatou que o Caboclo Folha Verde,
já incorporado, abraçava as árvores e chorava, dizendo que as pessoas estavam destruindo
tudo e que logo eles não teriam mais de onde tirar energia e que o mundo ia
sofrer muito mais, ele não quis acender nenhuma vela, pois preferia plantar
árvores. Se você ainda não se convenceu que os guias e Orixás não querem
oferendas que poluam ou prejudiquem o ambiente de qualquer forma, Caboclo Folha
Verde pode te orientar.
Oferendas para Oxóssi ou pra qualquer
Orixá feito em matas ou mesmo em encruzilhadas podem ser retirados ritualmente,
sem prejudicar a energia do trabalho nem o ambiente em que se encontra. Consulte
o seu Baba, ele deve conhecer rituais de retirada e recolhimento. “Precisamos
nos lembrar que a Umbanda já é muito mal vista por causar “sujeira” em praias,
esquinas ou matas, além de outros preconceitos que não vou abordar aqui.
Podemos sim encontrar meios de deixar a Umbanda mais VERDE de verdade,
combinando com a energia dos Orixás. Lembrando
que as entidades não comem as comidas que oferecemos e sim se beneficiam das
energias dos elementos que oferecemos. ” 1
Para saudar 2016, Oxalá, Janeiro e
Oxóssi porque você não planta uma árvore? Há dezenas de parques e praças,
córregos e rios que precisam de mais verde. Será uma ótima oferenda.
Feliz Ano Novo.
Kelly C. S. de
Oliveira
Fonte: 1. http://umbandaeucurto.com/umbanda-eu-curto/2014/cotidiano/a-relacao-entre-natureza-oferendas-entregas-e-despachos/#.VovNS_krLIV
sexta-feira, 27 de maio de 2016
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
Umbanda verde
Umbanda
Verde: União com Ibeji
O hábito de se fazer oferendas não é
novo e não foi criado por nenhuma das religiões que existem atualmente, é um
costume inerente à humanidade desde as primeiras civilizações humanas. Na
Umbanda a oferenda tem significados mais amplos, ligados ao divino, ao natural
e ao espiritual, fazendo um equilíbrio e sustentando os procedimentos
magísticos, entre eles, as oferendas.
Como sabemos, um Orixá não bebe e
não come, mas conhece toda a ciência dos teores e dos princípios mágicos e
energéticos. Todo Orixá é ligado ao Cosmo de alguma forma e assim também à
Terra e desta maneira é necessário reavaliar as oferendas, de modo a deixá-las
mais próximas do natural. “Nas
religiões naturais, de culto a Deus e Divindades na natureza, no geral se pratica a
oferenda daquilo que vem da natureza, ou seja, flores, frutos, grãos etc. A Umbanda é uma religião
natural.”
Oferendar também é uma
forma de presentear e garrafas, plásticos e copos descartáveis não são
presentes. Presenteie com a natureza!
Este mês é celebrado a alegria de
Ibeji e como não podia deixar de ser, as oferendas mais comuns são doces e
refrigerantes, sempre com adornos rosa e azuis e brinquedos. Para estas
oferendas, a sugestão da Umbanda verde é sempre desembalar os doces, pois as
embalagens demoram a se decompor no ambiente, causando sujeira no local da
oferenda, o vento desloca-as facilmente e a chuva pode levá-las para tubulações
de esgoto; Outra possibilidade é usar papel de seda ao invés de tecidos ou o famoso
TNT (tecido-não-tecido). Embora exista TNT biodegradável, ele não é facilmente
encontrado e seu custo é mais alto. As velas podem ser brancas, cor-de-rosa e
azul-claro e deve-se esperar a queima total quando for feito em jardins ou
campos floridos, para evitar acidentes; as fitas e as linhas usadas também
podem ser biodegradáveis, que já são bastante comuns; as frutas (uva, pêra,
pêssego, goiaba, maçã, morango, cerejas e ameixas) podem ser depositadas sobre
folhas naturais; as comidas (doces de frutas, arroz-doce, cocadas, balas, bolos
e quindins) podem ser oferecidos em alguidar (prato de barro) ou também sobre
folhas naturais; as bebidas (refrigerantes, água de coco e suco de frutas)
podem ser oferecidos em copos de barro ou servidos em copos biodegradáveis. Há
uma boa opção de copos descartáveis biodegradáveis aqui no Brasil que é o copo
a base de mandioca, que não usa componentes do petróleo em sua composição.
Porém, o ideal ao fazer a oferenda em um jardim é retirar tudo depois da queima
das velas.
Para as oferendas de brinquedos é
ideal oferecer diretamente ao Ibeji incorporado, assim ele fará uso quando
quiser. Outra idéia muito comum em terreiros pelo Brasil é fazer a oferenda de
brinquedos entre crianças carentes, bem como festas em abrigos ou orfanatos,
assim tudo é consumido e os dejetos devidamente encaminhados para coleta.
A Umbanda é caridade e o umbandista
deve se preocupar com o impacto que causa no ambiente, ligando-se cada vez mais
aos Orixás.
Salve a Umbanda!
Salve o verde!
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
Umbanda verde: Iniciando a Conversa
Umbanda
Verde: União com os Orixás
Umbanda verde é um termo empregado
em várias vertentes da umbanda em todo o Brasil, sempre representando os atos e
ritos da religião com o menor impacto ambiental possível. É claro que as
questões ambientais estão na moda e isso poderia ser somente mais um modismo
também na umbanda, porém, há muito mais ligações da religião com a
sustentabilidade do que podemos imaginar. E é disso que se trata essa coluna.
Bem, antes de explicar em mais
detalhes o que vem a ser a UMBANDA VERDE, vamos retomar um ponto de Oxóssi:
“
A mata estava escura,
Uma
anjo clareou
No
centro da mata virgem
O
Seu Oxóssi
Aqui
chegou...”
Esse ponto nos lembra a ligação
deste Orixá com a natureza, com a mata. “Oxóssi e Obá são a onda geradora
vegetal, com o fator expansor e concetrador”1, respectivamente e estão
intimamente ligados às matas e à natureza em geral. Então, ao fazer uma
oferenda para Oxóssi em uma mata deve-se ter em mente que o Orixá, por sua
energia e regência, estará ligado á oferendas que não agridam ao meio ambiente.
Mas não é só Oxóssi que está ligado
à natureza. Toda a umbanda é uma manifestação natural, quando relacionamos as
origens e energias dos Orixás. “O ferro é um dos minérios de Ogum,... a maçã é
uma fruta de Oxum”2. Todos os Orixás estão ligados ás forças naturais e ao
planeta de alguma forma: Oxum nos rios, Iemanjá no mar, Xangô nas pedreiras,
Iansã, Ogum, Oxumaré... Não é possível pensar em um orixá e afastá-lo das
forças naturais, são energias intrínsecas, inseparáveis. Assim sendo, é claro e
natural que os orixás se ligam às oferendas que não agridem o meio natural, que
não causam impactos e estejam livres de agentes poluidores, pois o planeta e o
cosmo é seu lar e um não se completa sem o outro. Não é possível imaginar Oxum
feliz com uma oferenda poluindo o Seu rio, ou Iemanjá sendo saudada com
oferendas de plástico em Seu mar, Iansã feliz com bexigas soltas no ar... O
Orixá é uma força natural!
É necessário repensar os materiais
que usamos para as oferendas e ter em mente que a melhor atitude é aquela que
não agride o ambiente. Então, não deixe vidro, metal, tecidos, etc. depois de
fazer suas oferendas, usem papel de seda, potes de barro, palha, flores e
folhas e lembre-se de recolher tudo depois de queimadas as velas. Há várias
outras orientações sobre como agir e o que usar e em breve, aprofundaremos esse
assunto.
Salve
a umbanda, salve o verde!
Fontes:
1 e 2 SARACENI, Rubens. Orixás
Ancestrais: a hereditariedade divina dos seres. Inspirado pelo Mestre da
Luz Seiman Hanisés Yê. Ed. Madras. São Paulo, 2006
sexta-feira, 11 de julho de 2014
Oxum
A Orixá Oxum é a Divindade que está assentada no pólo positivo o Trono Mineral, o Trono do Amor e atua na vida dos seres estimulando em cada um os sentimentos de amor, fraternidade e união.
Seu elemento é o mineral, junto com Oxumaré, forma uma linha vertical cujas vibrações, magnetismo e irradiações planetárias atuam sobre os seres, estimulado os sentidos de amor e acelerando a união e a concepção dos seres.
Bela, vaidosa e sensual, Oxum é a deusa do amor e a mais feminina de todas as divindades da Umbanda. Rege a fertilidade e o poder de gestação. É a senhora das águas doces, que irrigam os campos, garantindo fartura, e também do ouro. Por isso, identifica-se com todas as manifestações de riqueza.
Ela dá de beber às folhas de Ossain, aos animais e plantas de Oxóssi, esfria o aço forjado por Ogum, lava as feridas de Obaluaiê, compõe a luz do arco-íris de Oxumarê. Oxum está em tudo, pois, se amamos algo ou alguém é porque ela está dentro de nós. Como o rio, que sempre caminha pro mar, a Oxum da Umbanda está diretamente ligada à Rainha do Mar, encabeçando a legião das sereias de águas doces.
Oxum é a força dos rios, que correm sempre adiante, levando e distribuindo pelo mundo sua água que mata a sede. É a Mãe da água doce e Rainha das cachoeiras. Orixá da prosperidade e da riqueza interior, ela é a manifestação do Amor, puro, real, maduro, sensível e incondicional, por isso é associada à maternidade e ligada ao desenvolvimento da criança ainda no ventre da mãe. É Oxum que gera o nascimento de novas vidas que estarão no período de gestação numa bolsa de água – como ela, Oxum, rainha das águas.
É Oxum que “tomará conta” até o nascimento, quando, então, entrega à Iemanjá, que será responsável pelo destino daquela criança. Oxum é a mãe das crianças, seres inocentes e sem maldade, zelando por elas desde o ventre até que adquiram a sua independência. Os seus filhos são a sua maior riqueza.
O casamento, o ventre, a fecundidade e as crianças são de Oxum, assim como, talvez por conseqüência, a felicidade.
Oxum é o amor, é a capacidade de sentir amor.
Ela é o elo que une os Seres sob uma mesma crença, trazendo a união espiritual.
É o elo que une dois Seres sob o mesmo amor, agregando-os onde se dá inicio à concepção de uma nova vida.
Ela é quem agrega os bens materiais que torna um ser rico, portanto, é conhecida como Orixá da Riqueza, Senhora do Ouro e das Pedras Preciosas.
HISTÓRIA:
O seu nome deriva do rio Osun, que corre na Iorubalândia, região nigeriana de Ijexá e Ijebu. Identificada no jogo do merindilogun pelos odu ejioko e Ôxê
É tida como um único Orixá que tomaria o nome de acordo com a cidade por onde corre o rio, ou que seriam dezesseis e o nome se relacionaria a uma profundidade desse rio. As mais velhas ou mais antigas são encontradas nos locais mais profundos (Ibu), enquanto as mais jovens e guerreiras respondem pelos locais mais rasos. Ex. Osun Osogbo, Osun Opara ou Apara, Yeye Iponda, Yeye Kare, Yeye Ipetu...
Em seu livro Notas Sobre o Culto aos Orixás e Voduns, Pierre Fatumbi Verger escreve que os tesouros de Oxum são guardados no palácio do rei Ataojá. O templo situa-se em frente e contém uma série de estátuas esculpidas em madeira, representando diversos Orixás: "Osun Osogbo, que tem as orelhas grandes para melhor ouvir os pedidos, e grandes olhos, para tudo ver. Ela carrega uma espada para defender seu povo."
Oxum é um Orixá feminino da nação Ijexá adotada e cultuada em todas as religiões afro-brasileiras. É o Orixá das águas doces dos rios e cachoeiras, da riqueza, do amor, da prosperidade e da beleza, em Oxum, os fiéis também buscam auxílio para a solução de problemas no amor, uma vez que ela é a responsável pelas uniões e na vida financeira, tanto que muitas vezes é chamada de Senhora do Ouro que outrora era do Cobre por ser o metal mais valioso da época.
Na natureza, o culto à Oxum costuma ser realizado nos rios e nas cachoeiras e, mais raramente, próximo às fontes de águas minerais. Oxum é símbolo da sensibilidade e muitas vezes derramam lágrimas ao incorporar, característica que se transfere a seus filhos identificados por chorões.
Candomblé Bantu - a NkisiNdandalunda, Senhora da fertilidade, e da Lua, muito confundida com Hongolo e Kisimbi, tem semelhanças com Oxum.
Candomblé Ketu - Divindade das águas doces, Oxum é a padroeira da gestação e da fecundidade, recebendo as preces das mulheres que desejam ter filhos e protegendo-as durante a gravidez. Protege, também, as crianças pequenas até que comecem a falar, sendo carinhosamente chamada de Mamãe por seus devotos.
ARQUETIPO DOS FILHOS DE OXUM
Os filhos de Oxum amam espelhos, jóias caras, ouro, são impecáveis no trajar e não se exibem publicamente sem primeiro cuidar da vestimenta, do cabelo e, as mulheres, da pintura.
As pessoas de Oxum são vaidosas, elegantes, sensuais, adoram perfumes, jóias caras, roupas bonitas, tudo que se relaciona com a beleza.
Talvez ninguém tenha sido tão feliz para definir a filha de Oxum como o pesquisador da religião africana, o francês Pierre Verger, que escreveu: "o arquétipo de Oxum é das mulheres graciosas e elegantes, com paixão pelas jóias, perfumes e vestimentas caras. Das mulheres que são símbolo do charme e da beleza. Voluptuosas e sensuais, porém mais reservadas que as de Iansã. Elas evitam chocar a opinião publica, á qual dão muita importância. Sob sua aparência graciosa e sedutora, escondem uma vontade muito forte e um grande desejo de ascensão social".
Os filhos de Oxum são mais discretos, pois, assim com apreciam o destaque social, temem os escândalos ou qualquer coisa que possa denegrir a imagem de inofensivos, bondosos, que constroem cautelosamente. A imagem doce, que esconde uma determinação forte e uma ambição bastante marcante.
Os filhos de Oxum têm tendência para engordar; gostam da vida social, das festas e dos prazeres em geral. Gostam de chamar a atenção do sexo oposto.
O sexo é importante para os filhos de Oxum. Eles tendem a ter uma vida sExúal intensa e significativa, mas diferente dos filhos de Iansã ou Ogum. Representam sempre o tipo que atrai e que é, sempre perseguido pelo sexo oposto. Aprecia o luxo e o conforto, é vaidoso, elegante, sensual e gosta de mudanças, podendo ser infiel. Despertam ciúmes nas mulheres e se envolvem em intrigas.
Na verdade os filhos de Oxum são narcisistas demais para gostarem muito de alguém que não eles próprios, mas sua facilidade para a doçura, sensualidade e carinho pode fazer com que pareçam os seres mais apaixonados e dedicados do mundo. São boas donas de casa e companheiras.
São muito sensíveis a qualquer emoção, calmos, tranqüilos, emotivos, normalmente têm uma facilidade muito grande para o choro.
O arquétipo psicológico associado a Oxum se aproxima da imagem que se tem de um rio, das águas que são seu elemento; aparência da calma que pode esconder correntes, buracos no fundo, grutas tudo que não é nem reto nem direto, mas pouco claro em termos de forma, cheio de meandros.
Faz parte do tipo, uma certa preguiça coquete, uma ironia persistente, porém discreta e, na aparência, apenas inconseqüente. Pode vir a ser interesseiro e indeciso, mas seu maior defeito é o ciúme. Um dos defeitos mais comuns associados à superficialidade de Oxum é compreensível como manifestação mais profunda: seus filhos tendem a ser fofoqueiros, mas não pelo mero prazer de falar e contar os segredos dos outros, mas porque essa é a única maneira de terem informações em troca.
É muito desconfiado e possuidor de grande intuição que muitas vezes é posta à serviço da astúcia, conseguindo tudo que quer com imaginação e intriga. Os filhos de Oxum preferem contornar habilmente um obstáculo a enfrentá-lo de frente. Sua atitude lembra o movimento do rio, quando a água contorna uma pedra muito grande que está em seu leito, em vez de chocar-se violentamente contra ela, por isso mesmo, são muito persistentes no que buscam, tendo objetivos fortemente delineados, chegando mesmo a ser incrivelmente teimosos e obstinados.
Entretanto, ás vezes, parece esquecer um objetivo que antes era tão importante, não se importando mais com o mesmo. Na realidade, estará agindo por outros caminhos, utilizando outras estratégias.
Oxum é assim: bateu, levou. Não tolera o que considera injusto e adora uma pirraça. Da beleza à destreza, da fragilidade à força, com toque feminino de bondade
QUANDO OFERENDAR OXUM:
Para Uniões
Para Engravidar e cuidar da Gestação
Para Atrair riquezas
Para trazer harmonia e prosperidade
FIRMEZA PARA OXUM:
Quartinha rosa com água de cachoeira e quartzo rosa
LINHA DE TRABALHO QUE DÁ SUSTENTAÇÃO
Pomba-Giras e Crianças
AMANCI
Água de cachoeira com rosas e manjericão macerados e curtidos por 3 dias
TRONO
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Trono Feminino do Amor
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Linha
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Amor
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Fator
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Agregador, Conceptivo
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Essência
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Mineral
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Elemento
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Água Doce
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Polariza com
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Oxumarê
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Cor
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Rosa, Azul ou Dourado
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Fio de Contas
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Contas e Missangas de suas cores, búzios
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Ferramentas
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Espelho
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Ervas
|
Colônia, Macaçá, Oriri, Santa Luzia, Oripepê, Pingo D’água, Agrião, Dinheiro em Penca, Manjericão Branco, Calêndula,Narciso; Vassourinha, Erva de Santa Luzia, e Jasmim, Erva Cidreira, Gengibre, Camomila, Arnica, Trevo Azedo ou grande, Chuva de Ouro, Manjericona, Erva Sta. Maria.
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Simbolos
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Coração e Cachoeira
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Ponto na Natureza
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Rios e Cachoeiras
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Flores
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Lirios, Rosas Cor de Rosa e Amarela
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Essências
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Lirio e Rosa
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Pedras
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Quarzto Rosa, Ametista, Rubi
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Metais e Minérios
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Cobre, Ouro, Prata
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Saúde
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Coração e Aparelhos Reprodutivos
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Planeta
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Venus
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Dia da Semana
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Sábado
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Chacra
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Umbilical (Frontal)
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Saudação
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Ai-ie-iô (ou Ora Ieiêô)
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Bebida
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Champagne
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Animais
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Pomba Rola
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Comidas
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Omolocum. Ipeté. Quindim (Em algumas casas: banana frita, moqueca de peixe e pirão feito com a cabeça do peixe)
|
Números
|
5
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Data Comemorativa
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8 de Dezembro, 12 de outubro
|
Sincretismo
|
Nas religiões afro-brasileiras é sincretizada com diversas Nossas Senhoras, na Bahia ela é tida como Nossa Senhora das Candeias ou Nossa Senhora dos Prazeres. No Sul do Brasil é muitas vezes sincretizada com Nossa Senhora da Conceição, enquanto no Centro-Oeste e Sudeste é associada ora a esta denominação de Nossa Senhora ora com Nossa Senhora Aparecida.
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Incompatibilidades
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Abacaxi e Barata
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Qualidades
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Apará, Ijimum, Iápondá, Ifé, Abalu, Jumu, Oxogbo, Ajagura, Yeye Oga, Yeye Petu, Yeye Kare, Yeye Oke, Yeye Oloko, Yeye Merin, Yeye Àyálá, Yeye Lokun, Yeye Odo
|
Retirado do site: http://www.seteporteiras.org.br/index.php/os-orixas/oxum
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